22 de março de 2016


Duas pessoas tão iguais para mim e tão diferentes comigo.

Para um tenho que procurar as palavras para dizer o que não é preciso e para outro tenho que procurar as ausências das palavras que precisa ouvir constantemente mas recusa.

Com um às vezes falo demais, com o outro de menos. Com um devia ralhar e ralho com o que não devia.

É um balanço de equilíbrio que vou encontrando ao longo dos anos… tenho que me equilibrar...
Já não sei o que pensar ou fazer apenas por mim. Recorro a cada um de forma tão diferente mas sempre tão igual.

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